"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"

domingo, 9 de novembro de 2014




Com o amor outros virão, vão-se os amargos e os azedos, vêm os salgados ou os demasiado doces. A cabeça entende quando é a alma quem implora baixinho. Permite, não há outro jeito. Não vou enganar ninguém. Amar dói, mas nem sempre é igual. Na maioria dos dias, ele não queima. Aquece, simplesmente.

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