"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Tu és o amor da minha vida. E talvez, exatamente por isso, eu não consigo desistir de ti. Apesar dos teus erros, defeitos, medos. Apesar da tua maneira complicada de ser, da tua arrogância, do teu ego gigantesco. Apesar da tua mania de complicar o fácil, desistir do difícil, abrir mão de nós dois por qualquer felicidade momentânea barata. Apesar de tudo, tu ainda continuas a ser o amor da minha vida. E nem sequer as tuas dúvidas ou a tua muralha de defesa constante me impede de sentir um amor absurdo por ti. Mesmo que a gente não concorde em nada e brigue por tudo. Mesmo que o nosso plural, de uma vez ou outra, teime em ser apenas singular. Mesmo que o nosso quebra cabeças seja montado ao avesso. Mesmo assim, é o teu nome que o meu corpo grita nos momentos de solidão. É nos teus braços quentes que a minha crosta gelada se derrete. É em ti que eu encontro tudo o que não quero, mas tudo o que preciso. A tua insanidade completa o meu lado mais santo. O meu medo encontra forças na tua parte mais corajosa. O teu humor ácido ensina o meu mau humor constante a achar graça na vida. Eu tenho a certeza absoluta de: 
que tu és o amor da minha vida, o meu primeiro homem para sempre.

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