"As mulheres fartaram-se de
ser as calmas, de não saírem à noite da mesma maneira que os homens, de se
sujeitarem a traições aleatórias, de nos vermos umas às outras como competição
(não para empregos ou formas de valorização pessoal, mas para impressionarmos
os homens), de não podermos pensar em sexo da mesma maneira que os homens, que
o casamento deve ser o mais acertado para todas, embora para os homens não
tenha o mesmo grau de importância, e criou-se uma geração de mulheres sem
nada a perder. Todas demasiado bonitas, demasiado arranjadas, demasiado
desenvergonhadas e com arrependimentos constantes nas manhãs do dia a seguir. O
arrependimento deixou de ter importância para algumas de nós. Quem já chorou muito por algum homem, perde a
vontade de chorar por outro.
As relações deixaram de ser relações, passaram a ser jogos. Quem joga melhor perde, perde a vergonha e perde a possibilidade de "Felizes para sempre". Mas não há problema nisso. Há sempre outro cabrão no virar da esquina. E nós vamos sempre querer arriscar em torná-lo naquilo, que nunca vão ser"
As relações deixaram de ser relações, passaram a ser jogos. Quem joga melhor perde, perde a vergonha e perde a possibilidade de "Felizes para sempre". Mas não há problema nisso. Há sempre outro cabrão no virar da esquina. E nós vamos sempre querer arriscar em torná-lo naquilo, que nunca vão ser"
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