"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"

quinta-feira, 4 de julho de 2013

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Tu pensas que acabou, mas não acabou. Pensas que o sentimento morreu mas ele continua ali, quietinho, mas ainda vivo. Tu não sabes o quanto sentes até olhares para aquela pessoa ou viver aquele momento de novo. Tu falas que não vais ligar mais, mas quando tu notas já estás a digitar novamente os números. Repetes dez vezes para ti mesmo "eu não gosto dele", mas quando o vês, morres de amores. Tu dizes que sabes pouco, mas é nesse pouco que te dás bem. Tu consideraste feia, mas é na beleza interior que tu és reconhecida. Não! Não adianta escrever a palavra saudade 100 vezes no caderno esperando ela sair de ti. Não! Não adianta tu quase morreres por alguém que não moveria nem uma perna por ti. Não é orgulho, é autodefesa humana. Tu não imaginas o quanto tu fazes mal a ti mesma. E, eu sei que tu és caótico, eu também o sou. Mas olha pelo lado bom, tu és caos, eu sou caos, somos o caos, e caos juntos formam um gigantesco problema. Somos o problema. A questão é: com ou sem solução?

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