"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"

terça-feira, 20 de novembro de 2012







Não há coisa que mude ou que acalme
ou que afague. Não há solução, nem soluços pequeninos, não há escapatórias.
Apenas a urgência de vestir a armadura e por-me de pé. Eu cresci, aprendi a dar valor a mim mesma e a
dar valor aos meus sentimentos. Sinto que estou preparada, que já sou
capaz de abandonar esta história no seu devido caminho, enquanto eu sigo
para outro. O teu olhar já não me cativa e o teu sorr
iso
deixou de ser o meu sol do qual eu necessitava para viver. O mal que
fizeste ao meu pobre e quente coração transformou-se em dignidade e
frieza. As lágrimas já secaram, mas a dor ainda permanece nas memórias. E
essa dor nunca se esquece.

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