"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"

sábado, 1 de setembro de 2012



Mas sobre ti, eu nunca tive certeza de nada. Não sei exatamente o que tu és e o que tu deixas de ser. Não sei bem o que tu gostas ou o que tu deixas de gostar, por mais que finja que sim. Eu conheço todos os teus tipos de sorriso, mas ao mesmo tempo não consigo distinguir nenhum. Eu sei quase todos os teus defeitos, mas ao mesmo tempo confundes-me. Eu sempre achei que conseguia decifrar o teu jeito, mas na verdade ele sempre foi misterioso demais. Tu és do tipo indefinido. E talvez seja exatamente isso que há de mais comum entre nós dois.

1 comentário:

  1. adorei o texto o:
    (se puderes passa pelo blog de fotografia e clica no "gosto" se gostares das novas fotos, obrigada)

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