Dei um suspiro fundo. Um suspiro de verdade, vontade, saudade. Um suspiro imenso, profundo, intenso. Um suspiro que nós só damos quando nos lembramos de alguém que foi importante na nossa vida, que foi importante em nós. Não quero que saias da minha vida, quero que fiques aqui comigo, que permaneças ao meu lado e que não me deixes aconteça o que acontecer, de certeza que nós já prometemos isso algures no meio da nossa história. Sei que já tentámos vezes e vezes sem conta, mas sei também que se ambos quisermos vezes demais não chegam, portanto deixa-me entrar novamente devagarinho, sem fazer muito barulho ou estrondo, deixa que a nossa amizade valha a pena. Não desistas. Tu eras o meu porto de abrigo, o meu conforto, a quem eu confiava tudo, eras sempre o primeiro a saber de todas as novidades que pudiam haver, aiii e como isso faz falta, e como tu fazes falta. E como tu és importante e especial, e achas sempre que não. Sei que nem sempre agi contigo da melhor forma, aliás cometi muitos erros contigo, mas isso não quer dizer que não sejas para mim aquilo que sempre foste. 31 de outubro de 2011 lembras-te? Está quase a fazer um ano desde que começámos a falar, e como eu me lembro dessa noite, de cada palavra tua, do quanto me fizeste sorrir, tu sabes muito bem fazer-me sorrir, sempre me deste tudo sem nunca me pedires nada em troca. Aqueles telefonemas de manhã em que eu te acordava mas tu dizias sempre que não fazia mal porque era eu, os que me fazias à noite para saber se estava tudo bem comigo, como te preocupavas, as horas de almoço, os intervalos, as mensagens, os ciúmes, as tardes livres, os beijinhos que me davas quando eu estava no cacifo, era reconfortante, fazes-me bem, sempre fizeste e como sabia bem saber que te tinha ali, sempre comigo, sempre para mim. Não vás, fica mais.

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