Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência para que a vida faça o resto. Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, algumas nunca se hão-de importar com nada. Aprendi que posso passar anos a construir uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso preciso de saber do que estou eu a falar. Eu aprendi…que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte uma pão em fatias, esse pão continua a ter duas faces e o mesmo vale para tudo o que cortamos no nosso caminho. Aprendi… que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas aprendi também que posso ir além dos meus próprios limites. Aprendi que preciso escolher entre controlar os meus pensamentos ou ser controlada por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem. Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso. Aprendi… que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar furiosa, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros que eu preciso, eu preciso de me perdoar primeiro. Aprendi que não importa o quanto o meu coração esteja a sofrer, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi… que as circunstâncias da minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço enquanto adulta. Aprendi que numa briga preciso escolher de que lado eu estou, mesmo quando não quero envolver-me. Que quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem. Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábia. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"
sábado, 21 de julho de 2012
Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência para que a vida faça o resto. Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, algumas nunca se hão-de importar com nada. Aprendi que posso passar anos a construir uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso preciso de saber do que estou eu a falar. Eu aprendi…que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte uma pão em fatias, esse pão continua a ter duas faces e o mesmo vale para tudo o que cortamos no nosso caminho. Aprendi… que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas aprendi também que posso ir além dos meus próprios limites. Aprendi que preciso escolher entre controlar os meus pensamentos ou ser controlada por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem. Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso. Aprendi… que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar furiosa, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros que eu preciso, eu preciso de me perdoar primeiro. Aprendi que não importa o quanto o meu coração esteja a sofrer, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi… que as circunstâncias da minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço enquanto adulta. Aprendi que numa briga preciso escolher de que lado eu estou, mesmo quando não quero envolver-me. Que quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem. Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábia. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
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O amor é assim mesmo, entra na nossa vida ao acaso, sem pedir de mais, sem exigirmos de mais. Tudo o que é nosso, fica na nossa história, permanece no nosso peito. Palavras muito bonitas que hoje aqui li. Gostei mesmo muito. Um Beijo :)*
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