"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"

domingo, 3 de junho de 2012



Como é que eu deixei isto chegar a este ponto? Como é que eu deixei que me humilhasses e me rebaixasses tanto? Que te aproveitasses dos meus sentimentos, que me tratasses mal? Quando não tens queres, mas quando tens não te faz diferença nenhuma, não queres saber, e não fazes nada para eu ficar, por mim e por nós. Achas? Para quê esse trabalho? Já tens, não precisas de fazer mais nada, não é? Mas isso vai mudar!

Aproveita agora, queres ir embora da minha vida? Podes ir, vai e não voltes. Não faço mais diferença para ti ou nunca fiz. Posso estar longe ou perto, mas para ti isso não faz diferença. E é essa tua indiferença que está a magoar-me. Não sou quem tu sonhaste um dia, devo ser apenas mais um brinquedinho que tu tiraste da caixa, usaste, brincaste, e depois quisseste devolvê-lo. As tuas juras de amor têm sido, desde sempre em vão.

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