"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"

quinta-feira, 29 de março de 2012



« Aquele momento em que nos sentimos bloqueadas, imóveis, presas num espaço limitado sem grande margem de manobra. Não é desorientadas, porque muitas vezes sabemos o que fazer - dar ouvidos ao que a razão nos diz - apenas não temos a coragem de a pôr em prática, ppodemos chamar-lhe fraqueza sim, dependência extrema de alguém, falta de coragem. Mas eu chamo-lhe esperança, a esperança é algo tão resistente, é à prova de água, de fogo, de bala...é um colete muito resistente que nem a mágoa, a desilusão ou a traição conseguem trespassar. 
A esperança é a ultima a morrer - bem verdade. A confiança e o orgulho podem estar mortos, a mágoa e o medo podem dormir debaixo da nossa almofada todas as noites, a desilusão pode insistir em não abandonar o nosso coração. Até podem ter conseguido matar o amor e aquela paixão intensa que sentíamos. Mas qual ironia, a paixão pode estar viva só pela metade, a desilusão, a mágoa, o medo e a desconfiança podem ter comprado o coração e o cérebro, mas ainda há espaço para uma réstia de esperança. »

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