"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014




 


Nem sempre consigo ser tão equilibrada, ponderada e organizada o quanto gostaria. Alguns dias são tão perturbadores, que eu nunca sei como lidar com eles. De certa forma resisto um pouco em dar o braço a torcer para a falha. Eu não sei perder, tão pouco gosto de não ter razão. Um lado orgulhoso que ainda tem muito o que aprender sobre os precipícios. Nem sempre quero cair, às vezes, mesmo cansada e exausta, eu arrasto-me querendo continuar a andar. Preciso aprender a deixar-me levar, a aceitar que chega um momento em que a gente perde a força e a própria verdade. Mas sou orgulhosa e não desisto facilmente. Juro que quando bate o desânimo eu o aceito, acolho, beijo, abraço e mando embora. Muitas vezes o desânimo só quer carinho, por isso faz estas visitas tão inesperadas, que deixam qualquer um fora de si.

domingo, 9 de fevereiro de 2014






 E óhh, como me soou bem aquelas palavras, como tu tinhas toda a razão ao dizê-las, "é ela, sempre foi e sempre será" e como é tão verdade.. Eu voltaria a fazer tudo de novo, a correr todos os riscos, mas teria feito de tudo para nunca teres partido, porque custou e continua a custar, tu levaste contigo tanto de mim, e eu preciso do tanto que levaste, mas principalmente preciso de ti. Quando eu olho para ti, simplesmente vejo o meu mundo inteiro e não o ter, é como não me ter a mim. Nós eramos como duas irmãs, que viviam em casas separadas e provinham de mães diferentes, mas eramos o melhor do mundo, juntas.