"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"

domingo, 2 de setembro de 2012



Eu meti na cabeça que tinha de me afastar de ti, que não te podia ter, que tinha de te esquecer, mas principalmente, eu queria esquecer-te. Mas tu fazes sempre isto e já era de duvidar se não o fizesses de novo...cada vez que tento seguir em frente, que tento tirar-te do meu mundo tu voltas, voltas a dar-me novamente esperanças, voltas a falar-me, a querer estar comigo, tu complicas as coisas, complicas-me a vida e eu fico sem saber o que fazer. Tu és uma caixinha de surpresas, quando para mim tu não me és indiferente pareço que sou eu para ti, quando eu já não te falo, quando eu já não me interesso por ti, tu voltas.. 
Explica-me o que queres e o que pretendes, antes de eu me ir embora, porque com estes jogos eu não vou lá!

sábado, 1 de setembro de 2012



Mas sobre ti, eu nunca tive certeza de nada. Não sei exatamente o que tu és e o que tu deixas de ser. Não sei bem o que tu gostas ou o que tu deixas de gostar, por mais que finja que sim. Eu conheço todos os teus tipos de sorriso, mas ao mesmo tempo não consigo distinguir nenhum. Eu sei quase todos os teus defeitos, mas ao mesmo tempo confundes-me. Eu sempre achei que conseguia decifrar o teu jeito, mas na verdade ele sempre foi misterioso demais. Tu és do tipo indefinido. E talvez seja exatamente isso que há de mais comum entre nós dois.