Espero realmente que nunca tenhas a coragem de pronunciar aquela palavra, mesmo que a sintas, porque aí vais mesmo arrastar-me contigo para o fundo do poço.. Promete-me que eu nunca saberei disso, por favor.
"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
"eu perdi da última vez que acabaste.. quem perde desta vez és tu acredita"
Engraçado, eu perco é sempre que pensas sequer em voltar, eu perco todas as vezes que pensas que podes aparecer na minha vida sem mais nem menos e virá-la toda ao contrário, eu perco a minha força, o meu caminho, a minha estabilidade e principalmente o meu amor-próprio. Eu perco-me em todas as vezes que tento resistir, em todas as vezes que sei que tenho de dizer "não". Tu sabes que és o meu ponto fraco e usas isso a teu favor, tu sabes que eu me esqueço facilmente das coisas más e penso apenas nas boas. Mas chega.. É tão difícil. O que eu fiz de diferente desta vez, para agora de repente gostares e fazeres tanto por mim? Eu esperei por isso durante 5 anos, 5 anos! Já não chega? Eu estou cansada.. Foi o fato de eu ter desistido de nós? O fato de ter estado com outra pessoa? De ter sentimentos por essa mesma pessoa? De veres que me podes perder de vez? Dói muito, não é? Dói em ti e em mim.. Tenho de ser forte, eu posso não saber como desistir de ti, mas a realidade é que aquilo que eu preciso, só eu posso dar a mim mesma.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
domingo, 28 de dezembro de 2014
Éramos tanto, sim éramos, mas
será que ainda o somos? Neste momento acho que o "nós" está a
desvanecer, e cada dia que passa sinto que te perco mais, sinto que a nossa
amizade já não é o que era. Pensei que iríamos caminhar sempre juntas e de mãos
dadas, que nada nem ninguém nos iria impedir de continuar, mas dou por mim a
caminhar sozinha, quando podias ser tu a meu lado. Pensei que éramos
a metade uma da outra, mas agora já não tenho tanta certeza.
Estou tão cansada de lutar sozinha por esta amizade.
Tem de se saber quando desistir, por mais que doa e que custe.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Desculpa, ok? Desculpa se eu não dei o meu melhor. Desculpa se eu fui orgulhosa. Desculpa se as vezes que eu te fiz chorar foram maiores do que as que eu te fiz sorrir. Desculpa se eu sempre fui egoísta e procurei fazer o melhor para mim esquecendo do que era melhor para ti. Desculpa se eu desisti… Mas não foi só de nós. Eu desisti de mim também. Desculpa se eu desejei tantas vezes nunca te ter conhecido. Desculpa se nunca me mostrei agradecida por todo o bem que me proporcionaste. Desculpa se eu te ignorei quando tu vieste atrás, desculpa se eu não respondi quando me mandaste mensagem. Desculpa por ser assim. Desculpa se eu fui irritante. E convencida. Desculpa se eu deixei os meus medos impedirem que algumas coisas acontecessem. Desculpa a minha falta de confiança. Desculpa por me afastar do nada. Desculpa por fazer algumas coisas com a intenção de te magoar. Desculpa pelas crises de ciúmes. Desculpa por ser criança e desculpa pelas infantilidades. Desculpa por descarregar em ti coisas que não tinhas nada a ver. Desculpa por te pedir pra esqueceres e depois correr atrás te fazendo lembrar.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
"Não há maior sinal para sabermos que a nossa relação tem os dias contados do que sentirmo-nos miseráveis. Sobretudo se já o demonstrámos, se já o verbalizámos, se já demos todas as hipóteses para que as coisas sejam diferentes. Se nada muda, temos de ser nós a mudar. Não se pode protelar a decisão eternamente, à espera que se dê um qualquer clique, porque o mais provável é que não se dê e só nos vamos afundando mais na nossa tristeza. Não sou adepta de que se desista à primeira contrariedade, mas também não é preciso esperar pela 44ª e que nos passem um atestado de burrice. As relações são complicadas, mas nem sempre têm solução. Por isso, quando sabemos que não dá mais, não vale a pena insistir".
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Foi preciso 5 anos para entenderes que eu sou a mulher da tua vida.
Mas eu já sei onde isto ia parar... um mês estariamos bem e os outros todos com mais dias maus que bons, às tantas deixarias de fazer o que fizeste para me conquistar mais uma vez. Irias deixar para lá a atenção, o carinho, o amor, e eu teria de te quase implorar por isso. E amor não se pede. Não serias aquele tipico romântico e lamechas que eu tanto gosto, não saberias deixar as amigas no lugar das amigas, irias deixar de te preocupar, irias dar mais importância a coisas superficiais, irias dar desculpas esfarrapadas para o mais óbvio. não irias amar incondicionalmente, não te irias entregar totalmente, de corpo e alma, eu iria ter de voltar a falar contigo todas as semanas para mudarers e tu ou mudares uns dias e depois voltares ao mesmo, ou então nunca mudares. não irias querer saber de mim, nem dos meus medos, não irias deixar-me confortável, nem segura, porque não o sabes fazer. Porque gostar não chega. Porque querer ficar comigo não chega, Porque já tentámos demasiadas vezes e nunca deu.
Tu disseste que era a última vez que iriamos tentar, então devias ter dado tudo de ti, tiveste a tua oportunidade e desperdiçaste-a. Ao inicio sabes sempre o que queres e gostas, depois acabas sempre por te esquecer e não fazer nada por quem te dá tudo.
domingo, 7 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Dei-me uma nova chance de respirar. Eu realmente amo aquele perfume, mas eu sabia que se não me desse uma nova chance, ninguém daria. Então eu decidi, que talvez, sentir outro perfume não fosse fazer-me mal e fui. Eu precisava de outras coisas, de outros sentimentos, mas não sabia que iria doer tanto. Então eu percebi que eu não preciso de um novo perfume, não preciso de nada, nada além de me encontrar.
quantas mais vezes teremos que nos despedir?
quantas mais vezes teremos que nos despedir?
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Acontece que virei um iceberg e entendi porque a solidão é a experiência mais universal de todas. Ela é contraditória. Num dia a solidão deixa-me eufórica, a pensar nesta minha liberdade de não dever satisfações a ninguém e nesta possibilidade infinita de realizar todas as minhas vontades. Mas, no outro dia, a solidão prega-me uma rasteira daquelas bem dadas. Faz-me cair na realidade. Ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me conhece, ninguém tem acesso à minha alma. As minhas neuras são só minhas e parece que nada, nem ninguém preenche este vazio.
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