Coisas do coração, coisas que ninguém sabe explicar, mas todo o mundo sabe sentir. Então bem, o que eu sinto também tem voz, a voz que mais grita dentro de mim, a que mais oiço a tudo o minuto na minha cabeça. E se a pudesses ouvir, se a pudesses sentir, verias como ela é alta e forte, verias como o que o eu sinto dentro de mim é tão insuportável de aguentar, aí sentirias como cada vez que os nossos olhares se cruzam, o meu coração dispara, o meu sorriso vem facilmente. Mas por outro lado é tão cruel, pois saber que estás ali e de repente foges perante os meus dedos, como água. É sentir como se me arrancassem o coração a sangue frio, é devastador e dói, mais que andar sobre vidros partidos. Pois eu lembro-me de quando nos beijamos, ainda tenho essa sensação nos meus lábios, eu até lembro das coisas simples e por aquelas que chorei, mas a lembrança que nunca esquecerei é ter que dizer adeus. E depois vejo o meu telemóvel, vejo um numero desconhecido.. e quando oiço a tua voz, pareces sempre tão sozinho. E aí tu dizes que te lembras de quando nos beijamos, das coisas simples, de me veres chorar e de teres que dizer adeus... e tudo se volta a repetir.
"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Coisas do coração, coisas que ninguém sabe explicar, mas todo o mundo sabe sentir. Então bem, o que eu sinto também tem voz, a voz que mais grita dentro de mim, a que mais oiço a tudo o minuto na minha cabeça. E se a pudesses ouvir, se a pudesses sentir, verias como ela é alta e forte, verias como o que o eu sinto dentro de mim é tão insuportável de aguentar, aí sentirias como cada vez que os nossos olhares se cruzam, o meu coração dispara, o meu sorriso vem facilmente. Mas por outro lado é tão cruel, pois saber que estás ali e de repente foges perante os meus dedos, como água. É sentir como se me arrancassem o coração a sangue frio, é devastador e dói, mais que andar sobre vidros partidos. Pois eu lembro-me de quando nos beijamos, ainda tenho essa sensação nos meus lábios, eu até lembro das coisas simples e por aquelas que chorei, mas a lembrança que nunca esquecerei é ter que dizer adeus. E depois vejo o meu telemóvel, vejo um numero desconhecido.. e quando oiço a tua voz, pareces sempre tão sozinho. E aí tu dizes que te lembras de quando nos beijamos, das coisas simples, de me veres chorar e de teres que dizer adeus... e tudo se volta a repetir.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Entre nós não quero coisas complexas, eu quero tudo simples. Eu quero sorrisos ao invés de lágrimas, quero abraços ao invés de facas cravadas nas costas, quero um beijo na testa de despedida, quero mais noites como aquelas, tão simples e preenchidas dos nossos risos e conversas sem fim, quero olhares silenciosos seguidos daqueles nossos sorrisos meio tímidos, quero carinho, mãos-dadas, eu quero tudo do mais simples possível. Algo que preencha tudo aquilo que um dia foi tirado de mim e que ainda não voltou. Mas por um lado, é cômico pensar que tudo poderia dar certo.
domingo, 14 de julho de 2013
Sentei-me na cadeira da cafeteria. Costumo ir lá todas as
vezes que me dá um aperto no coração.. penso em como as
pessoas certas escolhem ficar com as pessoas erradas, na verdade não é
bem isso. Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos receber, e isso
não está certo.. tu não mereces uma pessoa que te trate mal, uma pessoa
que não te manda mensagem de bom dia ou nem sequer te liga só para dizer “estou com
saudades". Merecemos pessoas que nos tragam boas sensações, que gostem de
estar perto um do outro, sem segundas intenções. Já com o meu café em
mãos, comecei a pensar como as pessoas só querem algo contigo por
interesse, tu só procuras a pessoa quando precisas dela, confesso que
até eu já fiz isso e a aí está mais um erro do ser humano, pobre ser
humano. Se fosse para escrever tudo o que sentia enquanto estava sentava na
cadeira de madeira, a cafeteria teria que fazer horas extras. Mas é melhor
assim, quanto menos lembranças, menos dor. Por mais que o ser humano
esteja a desaprender a amar, eu acho que todos merecemos mais do que
um simples amor passageiro. Merecemos alguém que por escolha, queira estar ao nosso lado dando sentindo à nossa vida. Uma boa companhia e um coração cheio de amor para dar.
É disso
que sempre sentimos falta.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Estou a precisar de me afastar. Desaparecer do mapa por
uns dias, talvez meses… preciso de ficar sozinha comigo mesma, com os meus
pensamentos obscuros e medrosos que ando a esconder este tempo todo.
Estou a precisar de me livrar desta insegurança, deste medo de me
apaixonar novamente. Livrar-me dos julgamentos, dos defeitos, das
crueldades das pessoas, das regras, da rotina, das promessas, do
passado, dos amores que não deram certo, das palavras vazias, do
arrependimento, desta sociedade que só sabe julgar sem conhecer primeiro. Estou a precisar de
ir para um lugar onde não tenha nada... Preciso de me livrar de certas pessoas ou talvez,
livrá-las de mim.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
*
Acho que a história é esta e fim da página. Não dá para voltar ao início e escrever a mesma coisa. A
vida é assim. Não dá para simplesmente consertar,
o coração não volta a ser o mesmo por um sorriso arrancado ou um
momento relembrado. A dor está ali, pronta para fazer qualquer lágrima
cair e de repente passa. Tu tens que ser forte. O parágrafo está a começar, qual vai ser a história? Qual vai ser o amor? Qual vai ser o
sorriso a usar? Qual vai ser a desculpa? E, apercebi-me que a mesma história escrita pela mesma pessoa,
não faz o final mudar, mas talvez escrita por outra, a mesma história
possa ser de outro jeito. Até melhor. Um amor melhor, um coração melhor,
um motivo que encha os lábios com o sorriso.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
*
Tu pensas que acabou, mas não acabou. Pensas que o sentimento morreu mas ele continua ali, quietinho, mas ainda vivo. Tu não sabes o quanto sentes até olhares para aquela pessoa ou viver aquele momento de novo. Tu falas que não vais ligar mais, mas quando tu notas já estás a digitar novamente os números. Repetes dez vezes para ti mesmo "eu não gosto dele", mas quando o vês, morres de amores. Tu dizes que sabes pouco, mas é nesse pouco que te dás bem. Tu consideraste feia, mas é na beleza interior que tu és reconhecida. Não! Não adianta escrever a palavra saudade 100 vezes no caderno esperando ela sair de ti. Não! Não adianta tu quase morreres por alguém que não moveria nem uma perna por ti. Não é orgulho, é autodefesa humana. Tu não imaginas o quanto tu fazes mal a ti mesma. E, eu sei que tu és caótico, eu também o sou. Mas olha pelo lado bom, tu és caos, eu sou caos, somos o caos, e caos juntos formam um gigantesco problema. Somos o problema. A questão é: com ou sem solução?
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