"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"

segunda-feira, 30 de abril de 2012



 Eu nunca imaginei gostar de alguém como gosto dele, gostar daqueles defeitos, ele é totalmente o contrário do que eu um dia quis para mim, ele agarra-me e logo em seguida larga-me, encosta-se a mim, abraça-me e depois solta-me, mas depois ele puxa-me para perto dele de novo e não me larga mais, tem crises de ciúmes, chateia-me, faz-me sorrir e ser feliz e em apenas alguns segundos eu consigo odiá-lo e amá-lo. É tão estranho o efeito dele sobre mim, é uma grande droga e eu estou viciada, estou dependente dos mimos, das birras, dos charmes. Acreditam? Até dos defeitos dele eu gosto, aquele ar de "não me importo com nada", a maneira que ele me deixa irritada e.. óh, logo de seguida chama-me de amor e eu derreto-me toda. Ele não é tudo o que eu sonhei, mas ele é tudo o que eu sempre precisei para me sentir completa.

domingo, 29 de abril de 2012



Entra na minha vida.

Mas se vieres, vem para ficar. Porque não costumo deixar a porta aberta, não por muito tempo, pois eu já varri o lixo escondido em cada canto, em cada lugar chamado "conforto". Varri toda a dor, todos os erros. Deixei só o que me faz bem. Acrescentei tudo o que me vai ajudar a encarar os dias frios. Tudo o que me vai alimentar durante todo o outono. O que me vai aquecer no inverno. Aquilo que me vai felicitar na primavera. E quando chegar o calor, nós resolvemos, os dois juntos. Mas não me poupes carinhos. Coloca tudo dentro de ti, tudo em esperança que ainda resta no teu corpo e mente. Senta-te aí e pensa, porque é muita coisa. Mas reparte comigo tudo, porque eu vou consolar-te nos dias maus, nos dias de choro. Vou dar-te sempre aquele sorriso para enriquecer o teu dia. Para me agradar e a ti também, varre tudo. Deixaste-me entrar, agora deixa-me estar e não sair mais. Provoca o controle do teu coração, não o impacto, não a confusão toda novamente. Porque eu varri tudo de lá, menos a poeira, poeira do passado, porque ele ainda me faz lembrar algumas coisas, não me faz bem, mas eu vou ultrapassar.


 
5 meses meu amor

sexta-feira, 27 de abril de 2012





Todos sabemos o que o amor traz consigo sensações indescritíveis. Ele não pode nem sequer chegar perto da palavra perfeição. De maneira alguma, mas ele está presente até mesmo nos momentos que tu o sentes ausente, nas lágrimas escorrendo pelo teu rosto de madrugada, nas desavenças causadas por algo, ou alguém. Ele está à espra para mostrar as garras afiadas nos momentos mais complicados. Naqueles que tu queres gritar, queres achar uma força, queres sentir alguém… Mas algo, sem piedade te puxa. Essa vozinha do subconsciente chama-te, implora e pede clamando que tu tentes, nem que seja mais uma vez. Que lutes, nem que seja por um instante. Que tu peças para ficar, nem que isso exija passar por cima do teu orgulho. Mas por vezes não existe sequer um murmúrio inconsciente, não existem razões e tu segues em frente sem pensares duas vezes.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

 
Sabes uma coisa que dói de verdade? Tu depositas toda a tua confiança numa pessoa, tu dás sempre o teu melhor por ela e para a ver sorrir, detestando vê-la chorar. Quando ela precisa de ti, tu estás lá sempre, independentemente de tudo, estás do seu lado a apoiá-la. Conselhos, palavras carinhosas, abraços e muito amor é o que não faltam. E essa pessoa, depois simplesmente esquece que um dia te chamou de amigo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012



Olá, passado. Lembras-te de mim? Ah, agora tu esqueceste tudo? Todas as mágoas, as dores e os momentos terríveis que me causas-te. Eu lembro-me muito bem de tudo. Arrastaste-me para baixo, e levaste toda a minha felicidade contigo. Deixaste-me no chão, caída como se estivesse desmaiada. Sozinha, sem ninguém por perto. E eu tive de engolir a minha dor, porque não havia ninguém para ouví-la. Isso foi muito ruim. Não sei o que eu te fiz, talvez foi quando tu ainda eras o presente. E eu estraguei as coisas. Afastei muita gente, entristeci muitas pessoas - inclusive eu - e afoguei-me nas lágrimas de madrugada. Isso lembras-te tu, não é? Guardaste isso contigo e vigaste-te. Tocavas no meu ombro - ainda tocas - e quando eu olhava, lembravas-me de factos, lembranças, momentos em mim. Como um tijolo e doía demais. A minha mente contorcida mexia-se, tentando largar aquilo e se focar noutra coisa. E focou-se. Tu fizeste-a focar-se nele, não é? Tudo aquilo não era o suficiente? Não fui castigada o suficiente? Tinhas mesmo de me magoar mais? Bom, tenho que admitir que no começo foi bom, a companhia, os momentos e os abraços. Carinhos entre risos. Mas aí vieram, as consequências por ter entregue o meu coração demasiado. Ele feriu-se, partiu-se e saltou para fora do meu peito. Foi junto com ele, a partir do momento em que ele não fez as coisas mais acertadas. Sabias disso? Ele deixou que as minhas lágrimas caíssem, sem ele estar presente para me reconfortar. Sim passado, ele secou muitas lágrimas minhas, interrompeu muitos de meus soluços e fez-me sorrir. Não me chames de falsa, passado. Tu fizeste-me isto. Deixaste-me assim, com o coração para consertar. Agora não reclames. Eu sofri as consequências, e agora foi a tua vez. Não olho mais para trás, quando sinto o meu ombro ser "tocado". Não baixo o olhar na hora de te enfrentar. E sei que vou ter de te encarar muitas outras vezes. Talvez para me mostrar a mim que tenho que reabastecer as minhas forças, e levantar-me. Talvez mudar, nunca se sabe. Talvez seja preciso parar de ser tão assim, como tu me deixaste. Olha, passado tu magoaste-me demais, e as feridas ainda não cicatrizaram. E estão aqui, marcadas na minha vida, em mim. Não adianta mais tentares remendar os teus erros, já fizeste estragos que chegue. E se tu tentares fazer algo, só vais piorar. Desculpa por não te dar a chance de tentar mudar a minha vida, mudar-me a mim. É que da última vez que te dei essa liberdade, tudo ficou muito pior. E eu não quero mais passar por isso. Desculpa passado. Só quero que me deixes em paz, quieta no meu canto. Comigo mesma, para pensar sem a tua ajuda. Tentar fazer algo, sem os teus palpites. Poder virar na estrada certa e começar a andar. 
E de preferência, não olhes para trás. Porque eu vou fazer o mesmo.


terça-feira, 24 de abril de 2012



Tu salvaste-me a vida vezes e vezes sem conta. De várias maneiras. Quando contavas aquelas piadas idiotas e me fazias sorrir no momento em que eu mais precisava. Quando todos não percebiam a minha dor e tu eras a única pessoa que percebia e me animava. Quando mesmo eu estava errada, e tu ias contra tudo e todos e ficavas do meu lado. Quando eu sentia que ninguém se importava comigo e tu dizias "Não vás, fica comigo". Quando o desanimo dominava o meu coração tu dizias as palavras certas, capazes de me fazer levantar, capazes de eu querer viver, dentro de ti. E é por teres salvo tantas vezes a minha vida, que hoje... ela pertence a ti. E sabes que mais? É por eu querer que tudo isto volte, isto e todas as outras coisas, que eu... eu insisto em ti, em nós. Porque tu também queres e isso vale tanto! Obrigada meu amor.

segunda-feira, 23 de abril de 2012



Eu preciso de um pouco de mim agora. Talvez tu estejas tão minuciosamente cansado e magoado quanto eu – talvez. Eu não queria envolver-me mais, não queria amar, não queria sentir. Eu teria desligado todos os meus sentimentos se tu não tivesses voltado e convencer-me a sentir tudo de novo – mesmo que fosse dor – ainda era melhor do que ter um buraco cheio de nada. Eu não te deveria ter escutado, em nenhum momento na verdade; eu poderia dizer como me arrependo do que passei contigo, mas seria uma grande mentira. Não sei ao certo se estou a ser coerente com as palavras, se estou a fazer uma escolha certa quanto a elas, mas tu sabes que eu sempre tento o melhor. E este pode ter sido o meu maior erro: ter-me esforçado tanto para o melhor no futuro, e não concertar os buracos do presente. Hoje eu chorei como no primeiro dia, chorei porque deixar-te é tão doloroso. Tanto sentimento guardado deixa-me apressada para expulsá-los de mim. O que tu sentes quando me vês chorar por ti? O que tu sentes quando me vês explodir de ciúmes? Eu sinto dor. Todos os dias, todas as noites, e não há nada que eu possa fazer. Amanhã quando eu acordar, a dor ainda vai estar aqui. Queria poder dizer-te tudo o que eu penso, todas as vezes que imaginei que eu não te amava, que tudo não passava apenas de carência, mas não. Não é carência. Que era apenas o meu egoísmo a pedir-te para não ires embora, mas não. Não é egoísmo. Eu só gostava que tu fosses feliz, que tu possas suspirar relaxado sem ter que aguentar todas as minhas crises e dramas. Perdoa-me pelos erros, pelas coisas não ditas, e pelas ditas também. Perdoa-me por não saber amar de uma forma melhor, eu apenas queria que desse certo.

domingo, 22 de abril de 2012



 Hoje, neste preciso momento, eu parei para pensar e cheguei à conclusão que eu estou iludir-me novamente. Insisto ou desisto? Mesmo sabendo que qualquer uma das opções me pode derrubar? Posso desistir e cair fundo e não ter forças para me levantar, posso arrepender-me e não poder voltar atrás.. Posso insistir no erro e sofrer ainda mais, sofrer por indiferença, por não ser amada.. Por fazer feliz e não ser feliz.


Há sentimentos que não desaparecem, apenas ficam adormecidos em nós..
  
Será que é isso que se passa contigo? 
O teu sentimento adormeceu e não está disposta a acordar?


Quando sofremos temos aquela velha mania de colocar a culpa no amor. Acontece que o amor não tem absolutamente nada haver com essa tua dor. Não foi o amor que te usou, enganou e que te fez sofrer e iludir com falsas palavras. O amor é apenas um sentimento. A culpa é da pessoa que fingiu ter tal sentimento, essa sim é a verdadeira culpada por toda essa dor no teu coração, por todos esses arranhões. Mas pequena peço-te, não desistas do amor. Não é porque algo deu errado que todos as outras oportunidades também darão. Sei que um dia irás encontrar alguém que te irá dar o valor merecido, alguém que se importará contigo, com os teus sentimentos, alguém que te ame e quando achares essa pessoa descobrirás o verdadeiro significado do amor.

sábado, 21 de abril de 2012



 Não importa quanto tempo vai demorar a construir, não importa quantas noites vamos ficar acordados a discutir os nossos desejos, não importa quantos dias vamos ficar a lutar por nós, importa que um dia vai dar certo


Mas luta, luta a sério, por favor.




 Tu não me amas como eu te amo. Não me queres como eu te quero. Não sonhas comigo como eu sonho contigo. Sinto-me triste, e por vezes sinto-me como um “tanto faz” na tua vida, sabes. E dói. É claro que dói, saber que a vida que eu daria por ti, talvez tu não queiras. Dói saber que se eu for embora, tu vais ficar bem, vais continuar a ser feliz sozinho. Enquanto eu, ah, eu não poderia passar um minuto sequer sem pensar quando seria a próxima vez em que eu te encontraria em qualquer parte da vida.

sexta-feira, 20 de abril de 2012



O meu coração? Bate. Tem as piores dores do mundo. É como se eu respirasse só para me manter viva e ser mais uma. Mas apesar disso, obrigada por me fazeres perceber que nem sempre é tudo como nós queremos e que as promessas não valem nada até serem cumpridas. E eu amo-te loucamente, cegamente, perdidamente (…) E eu não vou encontrar ninguém como tu, nunca. Não existe ninguém como tu, com esses olhos, com esse cabelo, com esse sorriso. São únicos, como tu. Queria-te para sempre, mas sabes o que está a faltar? Falta entrega, falta um pouco de ti, que amasses também, nem que fosse um bocado.

terça-feira, 17 de abril de 2012



Poderia começar a dizer que não tenho medos, mas a verdade é que eu estou com medo. Essa é a palavra, medo. De tantas coisas, de tantas pessoas e de todos os sentimentos. Isso tudo, é como se estivessem interligados. Um sentimento leva ao outro, até chegar ao amor. E é disso que tenho medo. Não de amar, mas sim de não ser amada.

segunda-feira, 16 de abril de 2012











Já te
disse que és a melhor pessoa do mundo? Se não te disse, passo-te a dizer
agora. Sabes bem que o meu amor por ti vai evoluindo dia-a-dia e as palavras a
esgotarem-se cada vez mais. Sei que por vezes não demonstro que vales mais que
tudo, mas também sabes que é a minha maneira de ser. Sei que és tu quem
está lá, sempre, que foste e és tu quem nunca me deixou sozinha, que sempre
confiou em mim, simplesmente foste tu quem sempre me socorreu. A nossa amizade
consegue ser tão complexa, deixa maior parte das pessoas desanimadas, mas nós
somos felizes. "É a alimentação dos fracos, é o reino dos fortes",
cometemos erros como todos cometem mas no fim assumimos mas os fracos deixam-se
ir a baixo e os fortes erguem sempre a cabeça. Juntos? Construimos o
nosso mundo, um mundo só nosso, onde ninguém nos consegue separar, onde podemos
provar o quanto nos amamos, o que juntos já vivemos e que vamos sempre
relembrar. Um sempre? não digo, nunca sabemos o que nos pode vir a
acontecer mas uma vida? sim! Acredito que não existe milagres, mas
acredito que todas as coisas são um milagre, tipo tu. Zé? A ti? Um obrigada. Obrigada por seres quem és, por me aceitares como sou, por nunca me teres
comparado com ninguém, por nunca me teres julgado, por me defenderes quando
mais preciso de ser denfendida, por estares lá nos bons e maus momento. Obrigada pelos nossos beijinhos, pelas nossas partilhas,
por cada abraço, por cada maluquiçe, por cada
desabafo, por cada coisa em comum, simplesmente,
por cada momento (...) A ti? amo-te e acredita que este amo-te é o mais
verdadeiro deles todos, de qualquer outra boca, de qualquer outro coração (L)

domingo, 15 de abril de 2012



Eu aprendi contigo que nem sempre amar é algo perfeito, e muito menos bonito. Que o amor vai muito mais além de palavras e do que dizem por aí. Que não é só feito de carinhos, mas também de discussões e arrependimentos. Aprendi que não adianta ter milhões de palavras a serem ditas quando o assunto és tu. E que todas as vezes que eu sentir a tua presença o meu coração pulsará mais forte. E que nessas vezes, eu não vou saber o que dizer mas vou saber sorrir e querer-te por perto, mesmo com aquelas borboletas no estômago. E obviamente vou confundir-me toda com as palavras, mas isso não importa muito. Aprendi contigo que tentar mandar no coração é algo inútil e não vale de muito dizer para ele não te amar, porque simplesmente ele nunca me dará ouvidos em relação a ti, de tão teimoso que é sempre tomará decisões sozinho, mas sempre com o sentido de te amar incondicionalmente. Comecei a entender que eu posso insistir em chorar quando alguma coisa começar a doer em mim, mas tu sempre serás capaz de me ajudar. Aprendi contigo que a aparência não importa muito, mas o que vale numa pessoa é o caráter, o interior. Eu fui capaz de aprender contigo o que é amar e ser amada, o que é querer apenas uma pessoa e só ter olhos para ela. Eu aprendi tudo contigo.. E dentro de mim, a melhor parte que existe, és tu. Só tu.

sábado, 14 de abril de 2012







Com a o passar do tempo, já tudo se começa a tornar
mais cansativo, as minhas forças já começaram a diminuir, eu já começo a estar
perdida. Já não entendo, o porquê das coisas, já não sei o significado da
verdadeira amizade, já não sei quem são os meus amigos, já não sei em quem
posso confiar, já não sei da pessoa que havia dentro de mim, já não sei da
força que cá dentro havia. Hoje quero deitar-me e se possível adormecer logo,
porque de facto dormir não tem sido o meu forte, mas quero fazê-lo rapidamente,
e só acordar amanhã, para apanhar o autocarro e correr por algures, livrar-me
de novo dos meus pesadelos, dos meus problemas, dos meus obstáculos, só quero
fugir, e sentir-me livre, não sozinha, mas simplesmente livre, quero que todos
se esqueçam de me fazer mal, de me magoar, quero que se esqueçam de mim, porque
eu estou farta do mundo, do ser humano em que nos estamos a tornar.

sexta-feira, 13 de abril de 2012











Definitivamente, eu
não sou o tipo de pessoa que demonstra fraqueza, fragilidade, medo. Eu
escondo-me do mundo. Eu omito os meus sentimentos. Ninguém precisa de saber o que se
passa dentro do meu coração ou dentro da minha mente. Posso estar a sangrar, rasgada por dentro; ninguém saberá. Ninguém desconfiará de coisa nenhuma.
Porque por fora, a aparência de pessoa extremamente feliz permanecerá intacta.
E é dessa forma que as pessoas julgam umas ás outras não é? Pela aparência.