"Não há maior sinal para sabermos que a nossa relação tem os dias contados do que sentirmo-nos miseráveis. Sobretudo se já o demonstrámos, se já o verbalizámos, se já demos todas as hipóteses para que as coisas sejam diferentes. Se nada muda, temos de ser nós a mudar. Não se pode protelar a decisão eternamente, à espera que se dê um qualquer clique, porque o mais provável é que não se dê e só nos vamos afundando mais na nossa tristeza. Não sou adepta de que se desista à primeira contrariedade, mas também não é preciso esperar pela 44ª e que nos passem um atestado de burrice. As relações são complicadas, mas nem sempre têm solução. Por isso, quando sabemos que não dá mais, não vale a pena insistir".
Coisas frágeis partem-se, mas também cortam
"escrevo para salvar a vida de alguém, provavelmente a minha própria vida"
sábado, 3 de agosto de 2024
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